Saludo al IV Congreso de la UNIPA

La Organización Popular Anarquista Revolucionaria de México, saluda a  la Unión Popular Anarquista de Brasil en su IV Congreso, razón por la cual presentamos aqui la convocatoria al mismo, el cual será sin duda un hecho central para quiénes nos reclamamos del Bakuninismo Principista y luchamos desde la trinchera del Anarquismo Revolucionario. Viva la UNIPA! Viva el internacionalismo proletario!  

IV Congresso da União Popular Anarquista:

“A Via bakuninista frente às crises do capitalismo”

O IV Congresso da União Popular Anarquista (UNIPA) se realiza no ano de 2010 numa conjuntura especifica. Tal conjuntura é marcada por dois elementos fundamentais: do ponto de vista da organização, foi superada uma etapa de sua construção, em que conseguimos delinear os pilares básicos de uma teoria anarquista da revolução brasileira (um programa e uma estratégia, que devem ser aprofundados mediante a luta teórica e ideológica) e construir espaços de referencia no movimento de massas; do ponto de vista da conjuntura nacional e internacional, temos uma profunda crise do sistema capitalista/ imperialista, que delineia um novo processo de reestruturação do capitalismo, das relações de classe e do sindicalismo, que obriga os revolucionários a se colocarem com um projeto estratégico que combata o reformismo e as ofensivas burguesas.

Dessa maneira, estamos enfrentando uma conjuntura em que diferentes projetos políticos (burgueses nacionalistas, neoliberais, socialistas reformistas, social-democratas e comunistas com traços desenvolvimentistas e nacionalistas) se colocam diante da crise do capitalismo como alternativas de sua superação. A crise que se coloca em escala mundial tem mostrado que o proletariado nos países centrais (como França, Bélgica, Grécia, Itália) está retomando suas jornadas de luta. No caso dos países periféricos da América Latina, as lutas continuam sendo travadas mas sob a égide das direções governistas e de sua ligação com os governos nacional-reformista s, liderados por partidos de esquerda ou militares nacionalistas.

As classes trabalhadoras no centro e na periferia se encontram ainda sem o tipo de organização e consciência que caracterizou o sindicalismo revolucionário do século XIX e início do século XX, que animou todo os processos revolucionários. Nos encontramos numa ocasião histórica singular para reconstruir a corrente bakuninista como alternativa revolucionária para a classe trabalhadora, denunciando o papel contra-revolucioná rio dos setores reformistas e dos governos de esquerda ou nacionalistas de um lado, e de outro combatendo as ofensivas burguesas que visam reestruturar o capital para retomar o processo de acumulação.

Não somente as direções reformistas, mas todo o modelo de sindicalismo e de organização de massas de orientação social-democrata, comunista e nacionalista levam ao fortalecimento do estatismo e ao enfraquecimento da organização autônoma do proletariado. Assim, a crise do capitalismo encontra também o proletariado numa situação de crise ideológica e organizativa, em que o peso das velhas organizações e modelos burocratizados desvia continuamente as organizações do proletariado dos seus objetivos imediatos e históricos e as transforma em engrenagens do sistema de exploração. A crise é um momento ímpar para testar e reorganizar a organização política e de massas de orientação bakuninista.

Nesse momento histórico, cabe então definir como a via bakuninista se diferencia teórica e praticamente das demais correntes políticas reformistas e burguesas. O IV Congresso da UNIPA se reúne então para analisar a crise do capitalismo e apontar uma estratégia internacionalista de luta contra o capitalismo nesse contexto. Irá formular ações e táticas para luta contra capitalismo e não desenvolver estratégias para salvá-lo da crise. Uma estratégia que consiga combater a integração dos sindicatos e organização dos trabalhadores nos “projetos nacionais” e `desenvolvimentista s” dirigidos pelos reformistas e setores burgueses.

O bakuninismo é a corrente política construtora do sindicalismo revolucionário e da revolução social. A nossa tarefa é através da luta de classes agudizar a crise, aprofundá-la e torná-la crônica, preparando um desenlace revolucionário. Nesse momento histórico, é fundamental que os sinceros militantes do proletariado enxerguem o papel contra-revolucioná rio das correntes reformistas, e encontrem uma via revolucionária. Essa via é o bakuninismo. 

Viva a Revolução Social!

Pela Construção da Organização Anarquista Internacional e pela reconstrução da Associação Internacional dos Trabalhadores!

 

Unión Popular Anarquista

 www.uniaoanarquista.org 

 

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